Pode não parecer, mas falar sobre nossos próprios sentimentos não é muito fácil. Entende-los, então, é uma tarefa muito mais complexa do que se pode imaginar. Porém é essencial saber lidar com estes, hoje nosso tema, é a depressão.É extremamente aceitável que haja variação de sentimentos, e isso é altamente normal. Um dia triste, uma dia alegre, um dia de euforia ... Porém, é preciso que se reconheça que quando a maioria dos dias são tristes, desanimados, monótonos... algo não vai bem!
A pessoa depressiva se encontra sempre “pra baixo” para ser reconhecida como tal, deve estar em estado deprimido a pelo menos duas semanas. O doente não tem interesse em nada, tem dificuldade de concentração, se sente fracassado, é pessimista, tem dificuldade para tomar decisões, chora atoa... Porém, na maioria dos casos o doente não se assume como um depressivo e não busca tratamento, o que agrava o problema.
Os amigos, por sua vez, nem sempre fazem bem ao doente. Neste caso, o papel do amigo, parente ou ate mesmo companheiro do depressivo é de “escutar”; de modo que por querer ajudar, o amigo da conselhos e isso não é recomendado pelos psicólogos, estes aconselham que se escute o depressivo, porque é disso que ele precisa.
A depressão pode levar o individuo a morte pelo suicídio, porém como a maioria das doenças, tem cura. E esta se dá com um tratamento que ocorre através de sessões com psicólogo, trabalhos voluntários, para que o doente venha a se sentir útil, há também ingestão de anti-depressivos. O período de tratamento varia de acordo com o paciente.
No século XXI, temos a depressão como uma das doenças mais presentes na sociedade e isso é desencadeado por diversos fatores; a pressão imposta pela sociedade (através de padrões estéticos, campos de trabalho, normas, preconceitos...), a ausência da base familiar, falta de metas, ou ate mesmo a ausência de um Deus; os motivos variam de acordo com a sensibilidade do individuo.

O que nos mostra que se há necessidade de respeitarmos nossos limites, princípios, relacionamentos... Temos que ter a consciência de que nem sempre vamos ganhar e temos que saber lidar com as derrotas e isso pode ser trabalhado desde a infância; onde a simples ação de um pai sempre permitir que seu filho ganhe em um jogo, isso limita a criança de compreender que na vida se perde e se ganha. Antes de mais nada, nós precisamos nos amar!

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