
A estudante de odontologia, Juliana Junqueira de 22 anos, revela que passou por uma gravidez psicológica, mas achou por alguns meses que seria mãe!
Ocorreram todos os "sintomas" de gravidez: a menstruação atrasou quase 2 meses, sentiu mudanças no organismo, fez 3 exames de laboratório os quais deram positivo. "Já percebia as mudanças em mim, estava inchada e tinha vontade de comer o dia todo", afirma.
Segundo a estudante, tudo parecia real, o que a levou a acreditar que de fato estava grávida. Conta que chegou a ter um sangramento na sala de espera, minutos antes de fazer a ultra-som. "Fiz o exame e o médico disse que não havia nada no meu útero, que eu não estava grávida", relata.
A "vítima" confessou que já "conversava com a barriga”. "Já tinha aceitado que estava grávida, todos em minha casa estavam sabendo", disse Juliana. Segundo ela, a médica pediu novos exames para saber o que aconteceu para ver se havia algum problema hormonal.
"Mas eu não fui atrás, não estava bem para procurar explicações sobre o que aconteceu. Meu namorado pesquisava e não achava nada. Minha médica disse para eu ficar tranquila, pois não era nada sério", comenta.
Para o médico Joaquim Lunardelli, na maioria dos casos é difícil a mulher aceitar que passou por esse tipo de experiência.Ele afirma que em mais de 20 anos de profissão atendeu dois ou três casos de gravidez psicológica, por isso os considera raros.

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