
"Ninguém ama outra pessoa pela qualidade que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação de matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados."Um dia desses,lembrei-me dessa frase de uma crônica de Arnaldo Jabor, foi nesse dia que flagrei meu coração acelerando,minhas mãos tremendo e suando, e o nervosismo se instalando sorrateiro em meu peito...era amor.
Sabia que não era a única no planeta a sentir tais sensações, mais o que me fazia sentir tão bem naquele momento era estar ao lado dele, conversar, trocar idéias e seus beijos...aah seus beijos.Logo o amor que no fim do Renascimento era tido como doença: uma infecção contraída pelos olhos, que se instalava no coração, escravizava o cérebro e poderia levar à morte - e para sua cura era recomendado muita alface, banhos gelados e unguentos- é como uma droga para o corpo de um viciado, que assim como a sua falta causa uma espécie de crise de abstinência.
Foi isso que ele se tornou para mim: uma droga que me viciava e consumia.Cega de amor entreguei-me a ele, só queria estar ao seu lado.Com isso fui distanciando-me da minha família e de meus amigos, que para mim não eram tão importante como ELE.
Dizia amá-lo tanto que não percebi que esse amor vinha apenas de minha parte, até que em uma tarde de novembro, tudo havia acabado, foi daí que percebi que todas as nossas jura de amor foram falsas, que todos os beijos e abraços foram em vão e que tudo que havia planejado para nós havia desaparecido em apenas uma tarde.
Decidi assim que a vida não tinha mais sentido para mim,pois tinha depositado todos os meu sonhos e a minha esperança em alguém que não queria mais me enxergar, e pior não queria mais me amar.Toda essa indiferença fez-me sofrer e tomar uma decisão na vida, ou melhor, contra a minha própria vida, que não possuía mais nenhuma valor.
Resta-me apenas despedir da pessoas que deixei de amar por causa dele, repetir as palavras de Renato Russo: "Digam o que disserem, o mal do século é a solidão" .Adeus mãe e pai, foi tudo culpa dele....
Sabia que não era a única no planeta a sentir tais sensações, mais o que me fazia sentir tão bem naquele momento era estar ao lado dele, conversar, trocar idéias e seus beijos...aah seus beijos.Logo o amor que no fim do Renascimento era tido como doença: uma infecção contraída pelos olhos, que se instalava no coração, escravizava o cérebro e poderia levar à morte - e para sua cura era recomendado muita alface, banhos gelados e unguentos- é como uma droga para o corpo de um viciado, que assim como a sua falta causa uma espécie de crise de abstinência.
Foi isso que ele se tornou para mim: uma droga que me viciava e consumia.Cega de amor entreguei-me a ele, só queria estar ao seu lado.Com isso fui distanciando-me da minha família e de meus amigos, que para mim não eram tão importante como ELE.
Dizia amá-lo tanto que não percebi que esse amor vinha apenas de minha parte, até que em uma tarde de novembro, tudo havia acabado, foi daí que percebi que todas as nossas jura de amor foram falsas, que todos os beijos e abraços foram em vão e que tudo que havia planejado para nós havia desaparecido em apenas uma tarde.
Decidi assim que a vida não tinha mais sentido para mim,pois tinha depositado todos os meu sonhos e a minha esperança em alguém que não queria mais me enxergar, e pior não queria mais me amar.Toda essa indiferença fez-me sofrer e tomar uma decisão na vida, ou melhor, contra a minha própria vida, que não possuía mais nenhuma valor.
Resta-me apenas despedir da pessoas que deixei de amar por causa dele, repetir as palavras de Renato Russo: "Digam o que disserem, o mal do século é a solidão" .Adeus mãe e pai, foi tudo culpa dele....


Nenhum comentário:
Postar um comentário