
Idade, altura, peso, nome, namoro, telefone, drogas, sexo e rock’n roll, essas são algumas das diversas causas que nos induzem a mentir, seja ela para tranquilizar seus pais, para evitar o sofrimento dos filhos, para não feriai a auto-estima dos amigos ou até mesmo para ser aceito em um certo grupo social. Enfim, mentimos com facilidade quando o objetivo é a auto defesa ou até mesmo a boa imagem de si. Ainda sim, segundo estudiosos, a mentira não é necessariamente alarmante.
‘’O mentiroso é a própria base da sociedade civilizada’’, afirmou o escritor irlandês Oscar Wild. A frase expõe a ideia de que mentira é algo necessário, pois sem esta, as relações em sociedade seriam um desastre. De modo que, sem esta o homem também não teria impulso criativo, pois quando mentimos, mostramos maior atividade no córtex frontal (aérea ligada a atenção e concentração). Na Grécia antiga, a mentira era vista como forma de criatividade. Mas atualmente, apesar de necessária, é muito criticada.
Com tudo, a mentira pode tornar-se patológica, a partir daí, se torna perigosa. O auto engano e a mitomania são exemplos patológicos, em que a mentira se torna verdade para o outro e para si mesmo. No auto engano a mentira pode ser comparada a doença cleptomania, onde o doente, rouba sem necessidade. Um dos casos mais famosos de mitomania é de Frank Abagnale Jr., cuja historia foi levada ao cinema por Steven Spielberg no filme Prenda-me se for capaz com Leonardo DiCaprio. Aos 17 anos Abagnale Jr. Já havia acumulado mais de US$ 40 mil com fraudes bancarias e viajado por dezenas de países como falso piloto de avião. Para fugir da justiça, ele se passou por médico, professor e advogado, sempre com nomes falsos. Até ser preso aos 21 anos, na França, ele passara US$ 2,5 milhões em cheques falsos. Frank Abagnale Jr. fez um acordo com o FBI e ganhou a liberdade em troca de ajudar na captura de outros falsários – o que tem feito desde 1974. Depois de tanto enganar e mentir, ele parece ter encontrado sua vocação.
Como vimos na entrevista dada por Ivone Maria, psicóloga do colégio Agostiniano, existem tratamentos psicológicos para estas e quanto mais cedo identificada, mais fácil se torna o tratamento.
Platão já dizia; ‘’Mentir de forma consciente e voluntária tem mais valor do que dizer a verdade de forma involuntária’’, não que a mentira seja algo ‘’correto’’, mesmo que as vezes necessária, pode se tornar involuntária, como a transpiração, por isso, tente transpirar menos.
Eles ficaram famosos por inventar mentiras sobre si mesmos:
1) Kelly Tranchesi; essa foi a identidade usada por Kelly Samara Camargo dos Santos para aplicar golpes. O pseudônimo sugeria parentesco com a dona da butique de luxo Daslu. Acusada de furto, falsidade ideológica e estelionato, Kelly afirmou que mentia para chamar a atenção da mãe, que a abandonara aos 2 anos.
2) O herdeiro da Gol, Marcelo Nascimento da Rocha chegou a conviver com famosos fingindo ser filho da companhia aérea Gol. Em 2005, em lançou o livro Vips – Historias reais de um mentiroso,em que narra esse e outros golpes que o levaram a prisão.
3) O conde de Hollywood: diretor de filmes como O ouro e a ambição, Erich Von Stroheim (1885 – 1957) foi uma celebridade do cinema mudo. Anos depois de sua morte, descobriu-se que ele não era um conde austríaco, como dizia, e sim filho de um chapeleiro de Viena que emigrou para os EUA. Sua auto biografia é repleta de invencionices.
4) Clark Rock Efeller; passando-se por herdeiro da família americana de magnatas, Christian Karl Jerhartsreiter,um alemão que fora estudar nos EUA, arrumou emprego, casou se e teve filhos. Ao ser preso em Baltimore, em agosto passado, vivia sobre outra identidade falsa, Charles Smith.
5) O repórter que mentia: Jaysom Blair publicou mais de 600 reportagens no The new York times antes que os chefes começassem a desconfiar de suas historias (boas demais). Descobriu se que Blair inventava fatos e entrevistados. O jornal pediu desculpas aos leitores e admitiu que o episodio foi um dos pontos mais baixos de seus 156 anos de historia.
6) Auto biografia ficcional: em 2203, a apresentadora de TV Oprah Wilfrey transformou em Best-seller as memórias de James Frey, que narrava suposta vida como viciado em álcool e drogas. Três anos depois, Frey admitiu que o livro era forjado, foi condenado a ressarcir os leitores que se sentiram enganados. O livro vendeu mais de 5 milhões de copias.
7) O camaleão: O Frances Frédéric Bourdin ganhou esse apelido por ter assumido 39 identidades em 15 países. Ele conseguia se passar por crianças e adolescentes mesmo já trintão. Seus disfarces enganavam médicos e policiais, curiosamente, Bourdin nunca buscou lucro com suas fraudes.
‘’O mentiroso é a própria base da sociedade civilizada’’, afirmou o escritor irlandês Oscar Wild. A frase expõe a ideia de que mentira é algo necessário, pois sem esta, as relações em sociedade seriam um desastre. De modo que, sem esta o homem também não teria impulso criativo, pois quando mentimos, mostramos maior atividade no córtex frontal (aérea ligada a atenção e concentração). Na Grécia antiga, a mentira era vista como forma de criatividade. Mas atualmente, apesar de necessária, é muito criticada.
Com tudo, a mentira pode tornar-se patológica, a partir daí, se torna perigosa. O auto engano e a mitomania são exemplos patológicos, em que a mentira se torna verdade para o outro e para si mesmo. No auto engano a mentira pode ser comparada a doença cleptomania, onde o doente, rouba sem necessidade. Um dos casos mais famosos de mitomania é de Frank Abagnale Jr., cuja historia foi levada ao cinema por Steven Spielberg no filme Prenda-me se for capaz com Leonardo DiCaprio. Aos 17 anos Abagnale Jr. Já havia acumulado mais de US$ 40 mil com fraudes bancarias e viajado por dezenas de países como falso piloto de avião. Para fugir da justiça, ele se passou por médico, professor e advogado, sempre com nomes falsos. Até ser preso aos 21 anos, na França, ele passara US$ 2,5 milhões em cheques falsos. Frank Abagnale Jr. fez um acordo com o FBI e ganhou a liberdade em troca de ajudar na captura de outros falsários – o que tem feito desde 1974. Depois de tanto enganar e mentir, ele parece ter encontrado sua vocação.
Como vimos na entrevista dada por Ivone Maria, psicóloga do colégio Agostiniano, existem tratamentos psicológicos para estas e quanto mais cedo identificada, mais fácil se torna o tratamento.
Platão já dizia; ‘’Mentir de forma consciente e voluntária tem mais valor do que dizer a verdade de forma involuntária’’, não que a mentira seja algo ‘’correto’’, mesmo que as vezes necessária, pode se tornar involuntária, como a transpiração, por isso, tente transpirar menos.
Eles ficaram famosos por inventar mentiras sobre si mesmos:
1) Kelly Tranchesi; essa foi a identidade usada por Kelly Samara Camargo dos Santos para aplicar golpes. O pseudônimo sugeria parentesco com a dona da butique de luxo Daslu. Acusada de furto, falsidade ideológica e estelionato, Kelly afirmou que mentia para chamar a atenção da mãe, que a abandonara aos 2 anos.
2) O herdeiro da Gol, Marcelo Nascimento da Rocha chegou a conviver com famosos fingindo ser filho da companhia aérea Gol. Em 2005, em lançou o livro Vips – Historias reais de um mentiroso,em que narra esse e outros golpes que o levaram a prisão.
3) O conde de Hollywood: diretor de filmes como O ouro e a ambição, Erich Von Stroheim (1885 – 1957) foi uma celebridade do cinema mudo. Anos depois de sua morte, descobriu-se que ele não era um conde austríaco, como dizia, e sim filho de um chapeleiro de Viena que emigrou para os EUA. Sua auto biografia é repleta de invencionices.
4) Clark Rock Efeller; passando-se por herdeiro da família americana de magnatas, Christian Karl Jerhartsreiter,um alemão que fora estudar nos EUA, arrumou emprego, casou se e teve filhos. Ao ser preso em Baltimore, em agosto passado, vivia sobre outra identidade falsa, Charles Smith.
5) O repórter que mentia: Jaysom Blair publicou mais de 600 reportagens no The new York times antes que os chefes começassem a desconfiar de suas historias (boas demais). Descobriu se que Blair inventava fatos e entrevistados. O jornal pediu desculpas aos leitores e admitiu que o episodio foi um dos pontos mais baixos de seus 156 anos de historia.
6) Auto biografia ficcional: em 2203, a apresentadora de TV Oprah Wilfrey transformou em Best-seller as memórias de James Frey, que narrava suposta vida como viciado em álcool e drogas. Três anos depois, Frey admitiu que o livro era forjado, foi condenado a ressarcir os leitores que se sentiram enganados. O livro vendeu mais de 5 milhões de copias.
7) O camaleão: O Frances Frédéric Bourdin ganhou esse apelido por ter assumido 39 identidades em 15 países. Ele conseguia se passar por crianças e adolescentes mesmo já trintão. Seus disfarces enganavam médicos e policiais, curiosamente, Bourdin nunca buscou lucro com suas fraudes.

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